O São Paulo prioriza salários e direitos de imagem antes de quitar a dívida que gerou o transfer ban, confiando em receitas antecipadas do acordo com a Ticketmaster para resolver a pendência dentro do prazo.
O São Paulo mantém ativo o transfer ban imposto pela Fifa por uma dívida de cerca de US$ 300 mil com os agentes de Galoppo. A diretoria entende que ainda está dentro do prazo e não vê impacto imediato, já que a janela brasileira está fechada.
A prioridade financeira é pagar salários em carteira e reduzir os direitos de imagem atrasados do elenco. Parte dos recursos antecipados pela Ticketmaster já foi usada para quitar uma parcela dessas obrigações e honrar pagamentos correntes.
O clube prevê receber R$ 140 milhões antecipadamente pelo acordo envolvendo ingressos, sócio-torcedor e um camarote do MorumBIS. O prazo principal para quitar a dívida com os agentes termina em 1º de dezembro, enquanto os honorários da Fifa vencem antes.
Caso o débito não seja pago, a decisão pode gerar perda de até seis pontos, além da manutenção do bloqueio para registros. A punição também desperta preocupação porque o São Paulo já havia sofrido outro transfer ban em 2026.
Resumo produzido por IA a partir de 1 fonte. É um resumo, não a matéria: os detalhes, as declarações na íntegra e a apuração estão na fonte.
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