O Conselho Deliberativo do São Paulo votará a aprovação do contrato com a Ticketmaster, que prevê R$ 140 milhões em antecipações e mudanças na gestão de ingressos e do programa de sócio-torcedor.
O Conselho Deliberativo do São Paulo convocou uma reunião híbrida para analisar e votar o acordo com a Ticketmaster, previsto para assumir a operação de ingressos do Morumbis a partir de janeiro de 2027. A aprovação exige dois terços dos 255 conselheiros.
O contrato prevê R$ 110 milhões adiantados como uma operação financeira, além de cerca de R$ 30 milhões pelo uso de um camarote e R$ 6 milhões para melhorias no museu. O dinheiro deverá ser usado principalmente para quitar compromissos de curto prazo, incluindo atrasos com jogadores.
Uma comissão do Conselho avaliou a proposta e considerou a oferta mais vantajosa, embora tenha apontado falhas no processo de escolha. O grupo não encontrou elementos suficientes para caracterizar direcionamento e não recomendou impedir a contratação.
A votação ocorre em meio a divergências entre a diretoria de Harry Massis e o presidente do Conselho, Olten Ayres. Se o acordo for aprovado, a Ticketmaster também poderá assumir a gestão do programa de sócio-torcedor, hoje administrado pela Feng.
Resumo produzido por IA a partir de 2 fontes. É um resumo, não a matéria: os detalhes, as declarações na íntegra e a apuração estão na fonte.
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