O Boavista cobra na Justiça um repasse de R$ 524,9 mil relacionado à venda de Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk; o São Paulo reconhece a pendência, mas questiona o foro adequado para a cobrança.
O Boavista acionou o São Paulo por uma parcela não quitada de sua participação na venda de Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk. O clube carioca tinha direito a 20% do valor líquido da negociação e afirma que o Tricolor deixou de pagar a última parte de um acordo de parcelamento.
A defesa são-paulina não contesta a existência da dívida nem o cálculo apresentado, mas sustenta que o caso deveria ser analisado pela CNRD da CBF, e não pela Justiça comum. O Boavista argumenta que o contrato entre as partes define a Justiça paulista como foro para eventuais disputas.
O processo tramita em São Paulo e aguarda decisão sobre a competência judicial. O acordo também prevê repasses ao Boavista sobre parcelas futuras da venda e possíveis bônus previstos no contrato com o clube ucraniano.
Resumo produzido por IA a partir de 1 fonte. É um resumo, não a matéria: os detalhes, as declarações na íntegra e a apuração estão na fonte.
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